Marília, 24 de junho de 2017
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Ortopedia - Geral

homeopatia

Reportagem da revista Bons Fluidos de Julho.

 

Novo olhar sobre a homeopatia.


Na busca por elementos naturais capazes de equilibrar a saúde, a médica Míria de Amorim alia a moderna física quântica a antigos saberes e cria um método de tratamento homeopático.

A alquimia, a física quântica e a medicina aiurvédica, da Índia, abrem outros horizontes para a homeopatia clássica. Quem está à frente do novo método de tratamento é a médica carioca Míria de Amorim, 50 anos. Essa terapia é baseada em sete medicamentos homeopáticos capazes de reequilibrar a energia vital do organismo. Segundo Míria, a energia vital está concentrada principalmente em sete pontos do corpo – os mesmos que os indianos chamam de chacras. Criado há cerca de 20 anos, o método, batizado de Fatores de Auto-Organização (FAO), vem sendo aplicado por homeopatas de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas e Bahia e foi descrito pela pesquisadora no livro Holismo Homeopatia Alquimia: Uma sincronicidade para a cura (ed. Caravansarai).

 

Bons Fluidos – O método de tratamento Fatores de Auto-Organização utiliza medicamentos da homeopatia clássica como o aurum metallicum, o ammonium muriaticum...


Míria de Amorim – Sim, mas esses elementos foram selecionados porque se relacionam diretamente com os centros de energia vital do organismo, que os indianos chamam de chacras. Minha proposta, ao utilizar esses componentes, é organizar o núcleo dessa estrutura energética. Porque é aí que os desequilíbrios têm origem. (Para a homeopatia, antes de se manifestar física e emocionalmente, a doença ocorre em um plano energético).

BF – Há outras diferenças entre a sua proposta e a homeopatia clássica?

MA - Na homeopatia clássica há um grande desafio: encontrar um medicamento que, sozinho, elimine as causas de todos sintomas apresentados pelo indivíduo. Encontrar esse remédio de fundo (veja Vocabulário da Homeopatia na pág. xx) é complexo por várias razões, entre elas a dificuldade que muitos pacientes têm em expressar o que sentem, exagerando algumas coisas, minimizando ou omitindo outras. A homeopatia por meio dos sete fatores de auto-organização é mais simples nesse sentido. Os remédios de fundo estão pré-definidos: são os sete medicamentos homeopáticos que atuam em um nível muito sutil do corpo.

Bons Fluidos – Dispor de um conjunto fixo de remédios, então, é uma vantagem.

Míria de Amorim – Sim, pela praticidade. Além disso, é uma terapêutica que uniformiza a conduta médica.

BF – São sete medicamentos homeopáticos relacionados aos chacras. Quem se trata pelo seu método, independente da doença, tem que tomar os sete?

MA – Todos os pacientes vão tomar os sete elementos. A diferença é a potência. Trabalho com medicamentos diluídos numa escala de 10 a milhões. A indicação vai depender dos sintomas de cada um.

BF – A homeopatia clássica não usa elementos tão diluídos. Por que aqui se usa diluições tão altas?

MA – Quanto mais diluído o remédio, maior a sua potência já que menos matéria e mais energia ele tem. E as pessoas estão muito sem energia. Elas se queixam de esgotamento e cansaço. Para uma resposta positiva, então, é necessário recorrer a uma potência alta.
Mas isso é o médico quem avalia. Por quê? Há pessoas tão debilitadas devido a problemas graves que não suportam um medicamento assim. Precisam de uma potência baixa. Essa é a arte da homeopatia, conseguir chegar ao remédio e à potência adequada ao paciente.

BF – A sra. batizou o método de Fatores de Auto-Organização. Isso quer dizer que o tratamento pretende organizar energeticamente o paciente?

MA – Sim. Esse conceito de organização do campo energético é o mesmo proposto pelo criador da homeopatia Samuel Hahnemann (1755 – 1843). E é o mesmo princípio da física quântica – parte da física que estuda a dimensão mais sutil de energia formadora da vida. Na saúde ocorre assim: quando você sofre um baque emocional há uma desorganização energética. Isto é, as partículas da nossa energia sutil ficam desordenadas e produzem sintomas. O objetivo do tratamento é tocar e reorganizar esse nível de energia.

BF – Como eles agem?

MA – Os fatores relacionam-se com cada um dos chacras, mas não curam esse ou aquele centro de energia. Eles interagem criando uma espécie de chave de acesso para equilibrar campo energético sutil. Mas esse equilíbrio só acontece se o paciente seguir à risca a prescrição de dosagem, que tem ordem e ritmo certos.

BF – Como são os remédios?

MA – Os medicamentos homeopáticos do kit são apresentados na forma de glóbulos – aquelas bolinhas - e acondicionados em frascos (veja quadro...). Cada kit que o paciente toma contém várias seqüências de sete frascos, num total de vinte e cinco doses. O paciente pode demorar até duas horas e meia para tomar o kit inteiro já que há intervalos de um a dez minutos entre os remédios. Mas só vai cumprir esse processo uma única vez. Se necessário, meses depois pode tomar uma nova seqüência.

BF – Qual é a principal indicação desse tratamento?

MA – Os sete fatores são indicados para todo indivíduo em desequilíbrio. Seja físico, emocional ou psíquico.

BF – Essa terapia trata tanto problemas crônicos quanto agudos?

MA – O tratamento é muito procurado por pacientes com doenças de fundo emocional como depressão, síndrome de pânico... Também males crônicos, principalmente alérgicos, auto-imunes e enxaquecas. O método tem auxiliado pacientes com câncer e em tratamento quimioterápico. Tratamos também quadros agudos de todos os tipos.

BF – A automedicação é comum na homeopatia. As pessoas mantêm até um estojo de emergência em casa...

MA – O paciente que já segue a linha pode ter um kit adequado ao seu perfil. Ele vai precisar, sim, da orientação médica sobre a ordem dos elementos a serem ministrados nos diferentes casos. Outra coisa: o uso de um analgésico alopático não é proibido se a dor for aguda. Faz parte do nosso entendimento não deixar o paciente com dor.

BF - É fácil encontrar os sete fatores na farmácia?

MA - Já que os remédios são os mesmos utilizados pela homeopatia clássica, qualquer farmácia homeopática manipula esses medicamentos. Entretanto o kit que foi elaborado para esse tipo de tratamento (Fatores de Auto-Organização) representa um método científico e como tal está protegido por patente registrada no Instituto Nacional de Propriedade Industrial.

BF – Em homeopatia pode haver o agravamento dos sintomas – um sinal, aliás, de que o remédio está certo. Isso acontece com os sete fatores?

MA – A pessoa que adquire a compreensão do tratamento homeopático sabe que nos casos crônicos é importante passar pelo sintoma uma vez mais, para que possa ocorrer a cura. E quem entende isso fica mais tranqüilo durante esse período. Já nos casos agudos como por exemplo uma amigdalite, logo após a medicação espera-se que ocorra uma melhora progressiva dos sintomas.

BF – Esse tratamento foi reconhecido oficialmente?

MA – Pesquisas realizadas em diferentes universidades têm comprovado o método. O tratamento com os Fatores de Auto-Organização obedece o rigor das leis homeopáticas de cura e usa os mesmos medicamentos empregados há quase dois séculos pela homeopatia, que hoje é reconhecida oficialmente como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina.

BF – Que perspectiva essa nova proposta homeopática abre para o tratamento clínico?

MA - Tratar doenças crônicas graves que hoje são o grande desafio para a medicina. Entre elas as doenças psiquiátricas, fruto de um profundo desequilíbrio interno.

BF – Como ela repercute entre os homeopatas?

MA – Hoje já somos mais de cem médicos atuando no país. E o trabalho de formação e informação do método, por meio de cursos, continua sendo realizado. Há um banco de dados na internet onde são compartilhadas experiências terapêuticas. Diariamente inserimos relatos de cura, a potência empregada e o tempo de resolução do quadro. Há também no site www.fatoresdeautoorganizacao.com.br registros de pesquisas em andamento em diferentes universidades. Só para citar um exemplo há um trabalho feito pelo setor de Toxicologia Clínica do Hospital Universitário da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Além disso, algumas centros de estudo estão pesquisando o método contra a doença de Chagas, Leishimaniose, envenenamentos por agrotóxicos, chumbo, solventes e veneno de algumas cobras.

Bons Fluidos – Além da alquimia, como a medicina indiana contribuiu?

Míria de Amorim - A medicina aiurvédica foi fundamental no meu trabalho, pois me auxiliou a encontrar o elemento relacionado a cada chacra.

BF – A sra. podia contar um pouco sobre como o método foi desenvolvido?

MA - Estudei alquimia, acupuntura, medicina aiurvédica, os chacras, homeopatia e física quântica. E ao longo de 21 anos fui fazendo um estudo comparativo entre esses diferentes saberes. A questão principal para mim era pesquisar quais elementos da natureza trariam de volta o equilíbrio prevenindo doenças. Nesse caminho, cheguei a deduções lógicas. Por exemplo, o terceiro chacra é o plexo solar e está relacionado ao elemento fogo. Quando em desequilíbrio, a pessoa apresenta sintomas como ardência na pele e aversão à água. Na homeopatia, o remédio sulphur é o mais indicado para às pessoas com esse quadro. Logo, o sulphur é capaz de atuar em desequilíbrios associados ao plexo solar.



Vocabulário da homeopatia

Conheça alguns dos termos mais comuns usados na homeopatia:

Dinamização
– Método de diluição do medicamento homeopático.

Lei dos semelhantes – Diz-se na homeopatia clássica: o semelhante cura o semelhante. Trata-se de um princípio básico desta terapia segundo a qual, o medicamento que produz os sintomas mais parecidos com os do paciente será o mais indicado para combatê-los.

Pluralismo – Linha que preconiza o tratamento com vários medicamentos ao mesmo tempo. Em geral, é orientada apenas quando os sintomas são apenas físicos.

Potência – O poder terapêutico do medicamento. Essa potência é alcançada durante o processo de dinamização. Quanto maior a potência, maior a concentração da energia presente no remédio.

Remédio de fundo – Também chamado de simillimum ou medicamento único, é a substância capaz de combater simultaneamente as causas e efeitos dos sintomas físicos, mentais e emocionais do paciente.

Unicismo – Corrente da homeopatia que defende o uso de um único remédio de fundo. Cada pessoa tem o seu remédio de fundo.


Parceria com a medicina aiurvédica

O tratamento chamado de Fatores de Auto-Organização (FAO) reúne sete remédios homeopáticos com a finalidade de equilibrar os sete principais centros de energia localizados pelo corpo, chamados chacras pelos indianos. Veja a relação entre eles:

Nome do remédio Chacra

Antimonium crudun (sulfeto de antimônio) - Frontal
Kali carbonicum (carbonato de potássio) - Coronário
Mercurius Solubilis (nitrato de mercúrio) - Laríngeo
Sulphur (enxofre) - Plexo solar
Natrum Muriaticum (cloreto de sódio) - Cardíaco
Aurum metallicum (ouro) - Sacral
Ammonium muriaticum (cloreto de amônia) - Básico

Reportagem: Cida de Oliveira e Katia Stringueto
Fotos: Renata Xavier

artigo extraído do site : www.homeopatiafao.com.br, publicações




 

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