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Ortopedia - Geral

homeopatia

Artigo publicado na Revista Vida- Jornal do Brasil - 24 de julho de 2004


Atenta aos sinais

Os poderes da homeopatia, segundo Míria de Amorim.


Rose Esquenazi


Em 1977, ao cursar o terceiro ano de Medicina na UFRJ, Miria de Amorim descobriu que o seu caminho era outro. "Fui apresentar um trabalho em Florianópolis e, à noite, cada um dos estudantes teria de cumprir um curso. Na secretaria, a funcionária, quase brigando comigo, disse que já não havia mais lugar na turma de homeopatia. E eu nem tinha pedido nada! Aquela mulher selou o meu destino." É lógico que Miria correu para a sala de homeopatia. De volta ao Rio, fez pós-graduação e cursos de especialização. "A homeopatia funcionou em mim mesma, que tinha inúmeros problemas de saúde: herpes labial, gastrite, rinite alérgica, estresse. Dois anos antes, havia tomado uma vacina para o herpes e nada. Na primeira dose do medicamento homeopático que tomei, curei de tudo. Fiquei pasma, pois eu mesma não acreditava em homeopatia. Hoje, tenho uma saúde perfeita", explica a homeopata carioca, de 50 anos, 4 filhos, praticante de ioga e meditação.
Há pouco tempo, no encontro de 20 anos da turma da UFRJ, Miria teve uma surpresa: 40% dos colegas estavam lidando com homeopatia. No Brasil, há mais de 15 mil profissionais exercendo essa especialidade. Mas a pressão e o preconceito em relação à homeopatia ainda são grandes. "Ela levanta questões profundas, dimensões não-lineares e isso não interessa à visão mecanicista. É uma tentativa de deixar a homeopatia no exilio", desafia. No consultório na Barra da Tijuca, ela atende cinco mil pacientes que todos os anos retomam de várias partes do Brasil e do mundo. Autora do livro Holismo Homeopatia Alquimia- uma sincronicidade para a cura (ed. Caravansarai), Miria desenvolve uma nova abordagem em relação à homeopatia clássica.



A história do sapinho


"Quando você joga um sapo em uma panela quente, ele imediatamente pula. Mas se você coloca o sapo em uma panela e vai aquecendo a água devagar, ele não pula e termina morrendo. Essa é uma analogia interessante comparada ao que acontece com o doente crônico: quando o indivíduo entra em um estado mórbido, vai perdendo a memória dos padrões compatíveis com a saúde, e aquela situação doentia passa a ser vista como normal. Isso explica também porque as pessoas não saem de certos relacionamentos, certas situações de vida. Ficam prisioneiras daquele padrão, apesar de muitas vezes entenderem racionalmente que estão adoecendo com a história. E o que a homeopatia faz? Ela apaga a informação mórbida, reprograma esse indivíduo dentro dos padrões universais de saúde, trazendo de volta a memória de quem ele realmente é. Aí, então, através de uma auto-referência, enxerga a panela quente e, como que tomado por um susto, salta. Para a vida." Míria de Amorim



Sentido holístico


“Em vez de operar em cima de modelos de desordem específicos, que emanam de uma matriz biológica, como a homeopatia clássica, esse novo modelo terapêutico visa reorganizar a matriz, essa fonte de onde emergem os padrões mórbidos que expressam as diferentes patologias. Nesse sentido, cumprem exatamente as leis de cura homeopáticas preconizadas por Samuel Hahnemann, seu criador, que não visa só à doença, mas ao sujeito, no sentido mais holístico. Durante muitos anos desenvolvemos pesquisas para mapear os elementos da natureza capazes de gerar um movimento de auto-organização nessa matriz biológica. É uma outra forma de operar. Iniciei sozinha, há 20 anos, e hoje temos 40 homeopatas-colaboradores. Fui fazer mestrado na UFRJ na área de toxicologia e defendi a tese: A homeopatia na prevenção de doenças de origem ambiental por agrotóxico, demostramos, através de pesquisa básica, que administrando o agrotóxico tamarón em 20 ratos numa dose letal para 50 % dos animais, num prazo de 20 minutos, verificamos que, no grupo tratado com esse método homeopático, 100% dos animais se recuperaram totalmente em duas horas. Se as pesquisas homeopáticas não operarem com coisas muito graves, como toxicologia, as pessoas não acreditam. Veneno é algo incontestável. Temos as pesquisas no site www.fatoresdeautoorganizacao.com.br



Efeito placebo

“Quando você pesquisa com ratos intoxicados com venenos altamente tóxicos,você descarta qualquer possibilidade de achar que o efeito possa ser placebo, pois se o remédio falhar, é óbito certo para os animais. Por isso, estamos fazendo esse esforço de levar a homeopatia para a pesquisa básica, porque com ratos não tem história: ou é, ou não é. Mas mesmo se tratando de um envenenamento com tamarón, o biocampo consegue ser reprogramado através de uma nova informação compatível com a saúde e o sistema como um todo reage imediatamente, ele salta daquela panela quente. Isso é o mais fantástico. O corpo tem potencial até para se salvar de um veneno letal. Para onde vai o veneno? Não sabemos ainda, porque não há investimento na homeopatia. As pesquisas que existem são financiadas pelos próprios profissionais, por pura paixão e coragem."



Crença e descrença


"A homeopatia existe há 200 anos, nenhuma mentira se sustentaria por tanto tempo. Por que uma pessoa pagaria uma consulta se ela não funcionasse? Tenho muitos pacientes, já curados, que retornam para uma revisão uma vez por ano, ou a cada seis meses. Geralmente, o paciente que procura a homeopatia nunca começa a se cuidar com o tratamento homeopático. Ele, em geral, procura a homeopatia quando todos os recursos alopáticos foram esgotados. É fim de linha. Nós trabalhamos na realidade, em cima do insucesso da alopatia."



Reposta saudável


"A responsabilidade da medicina é reconstruir o sujeito que precisa dar saltos qualitativos de consciência. A doença é uma conseqüência do desvio, do não-cuidar dessa direção do sujeito em relação a si mesmo. Ter saúde é estar inteiro: a homeopatia busca a inteireza do ser. A gente precisa ouvir o outro com um cuidado mais profundo, orientá-lo bem, mas a medicação correta é fundamental. Se você prescreve mal, vai ver nitidamente que o tratamento não funcionou. Isso acontece também nos experimentos com ratos. Ao lado de outros cientistas, fazemos pesquisa também com doenças graves, causadas pelo uso de agrotóxicos.”



Grandes problemas

"Aqui no consultório, só recebo brabeiras: colagenoses, doenças crônicas de todas as etiologias, doenças agudas, depressão, distúrbios emocionais de toda a ordem. Atualmente, os casos são muito mais graves e muito mais desequilibrados do que há 10 anos. Até as criianças tomam antidepressivos. Existem também muitos distúrbios de comportamento, ou seja, não tratamos apenas das alergias, como costumam dezer os médicos alopatas.”



Remédios psiquiátricos


"Esse tipo de medicamento anestesia as pessoas, sendo que pacientes estão desenvolvendo o Mal de Alzheimer e problemas de memória por conta de alguns deles. Do ponto de vista espiritual, as pessoas vivem seus dramas e não têm estrutura de consciência para elaborá-los. Os problemas estão sendo colocados na prateleira. Até quando, a gente não sabe. O inconsciente não tem como aguentar isso. Surgiu um novo medicamento psiquiátrico cujo princípio ativo é similar ao da cocaína, e deixa as pessoas se sentindo sempre bem. A mãe morreu, e elas continuam ótimas. Ficam viciadas no remédio, achando tudo uma maravilha. Nos últimos 10 anos, as pessoas não estão amadurecendo, pois na vida, existem alegrias e dores. A homeopatia estrutura a pessoa para que ela trabalhe as situações e avance.



Centros de consciência

Denvolveu-se no mapeamento desses elementos, um estudo paralelo entre a matéria médica homeopática e os centros endócrinos, e observou-se uma analogia perfeita entre esses dados e os estudos sobre os centros consensuais de consciência denominados chakras pelas tradições milenares. Esses centros dinâmicos representam vórtices magnéticos que, ao serem organizados, devolvem a saúde e libertam o ser. Os padrões em desequilíbrio podem ser reorganizados de várias formas: quando você tira férias, por exemplo, de alguma forma você dá um espaço para esse padrão se auto-reorganizar. No mesmo sentido, shiatsu, acupuntura, meditação, homeopatia, tudo isso reorganiza o biocampo, cada qual com sua especificidade e com seus níveis diferentes de atuação e repostas.”



Mundo dos infernos ou da auto-realização


"Uma pessoa cuja consciência está na freqüência do chakra cardíaco, naturalmente, vai desenvolver um sentido especial sobre o cuidar de si mesmo. Não tem aquele olhar tão fixado na estética, vai tratar de ser feliz com ela mesma. Os chineses chamavam o chakra abdominal de "mundo dos infernos". Muita gente vive nesse nível infernal de consciência: depressão, sentimentos negativados, eterna falta de tudo, sensação de estar excluído. Acredita que só tem se tirar do outro, os sentimentos são mal-elaborados. Perde a consciência de que deve colocar a sua criatividade para funcionar. Por outro lado, quando a consciência acessa o cardíaco, a lei muda. Você vê que é dando que se recebe, e que dentro de você se encontra a fonte do sentido nosso de cada dia. Os sentimentos são mais profundos e tranqüilos."



Alopatia e homeopatia

"Depois de viver situações muito difíceis ao longo da vida, muitas vezes o corpo emocional perde a memória do que é ser feliz e saudável. No tratamento homeopático, quando você repassa a informação da saúde, o indivíduo tem um insight, enxerga e tem uma auto-referência da maluquice que estava vivendo. A homeopatia faz emergir diante dos olhos e da consciência a história real e a emergência leva à criatividade. Se a pessoa não vive esse estado de emergência interior, fica ali, estagnado, às vezes por muitos anos. E o mesmo acontece com as doenças crônicas. Todo sistema imunológico vai se acostumando com aquela doença, durante algum tempo, e não se mobiliza para reagir contra aquilo que teria capacidade para resolver em poucos minutos, mesmo um envenenamento."



Consumismo e sincronicidade

"Acabei de atender uma pessoa que era muito consumista e se curou disso. No processo de cura, o sujeito sai de uma postura egocêntrica e passa a enxergar o social. De repente, você vê que tem um cara agonizando, que precisa da sua ajuda. O olhar só para você é uma panela quente. Essa pessoa vê os problemas à sua volta, fala sobre eles, é bem informado, mas no fundo funciona como se aquilo não existisse na realidade. Você acha que se as pessoas fossem realmente conscientes dos graves problemas sociais e humanos, elas não se mobilizariam como um todo? A única questão, é a nossa inconsciência. Outro dado interessante é que, quando o indivíduo entra no seu processo de cura, passa a perceber nas suas relações duas possibilidades: ou influencia positivamente as pessoas que estão à sua volta, ou a sincronicidade o transfere para outro lugar ou situação. Somos uma partícula e fazemos ressonância o tempo todo. Ou aquela frequência tem potencial de te acompanhar ou você dará saltos quânticos, qualitativos. Saudável, você não faz ressonância com tragédias, acidentes. O ladrão te escolhe na rua, baseado em quê? Pura ressonância. Esse é o princípio da fé. Trate de estar bem, porque tudo sairá bem."



Auto-estima e solidão

"Até os 7 anos, o centro de consciência deve estar no plexo abdominal. Até a adolescência, no plexo solar e, aos 28 anos, a pessoa deveria estar entrando no chakra cardíaco, que é amor ao próximo, comunicação, maiores níveis de consciência. Mas, hoje, o nível de consciência das pessoas não ascende, e permanece fixado em níveis de consciência que não são compatíveis com a nossa evolução interior natural. A auto-estima fica abalada, pois a pessoa sente que não está cumprindo os altos fins de sua existência. Isso leva a uma tremenda frustração e baixa auto-estima. O sujeito se encontra totalmente suprimido pela imensa quantidade de remédios que consome, e essa roda interior segue travada, perpetuando uma eterna angústia existencial. Hoje, as crianças fazem muito mais doenças do que há dez anos porque estão absurdamente suprimidas. A medicina alopática não respeita essa dimensão, já estudada pela física quântica."



Caminho da cura

"Não gosto muito de orientar a pessoa, se ela deve fazer meditação transcendental ou ioga. Cada um, em seu processo de cura, vai encontrando suas próprias conexões, e isso é que é bonito. Normalmente, as pessoas materialistas que entram em um processo de cura pedem livros sobre espiritualidade e começam a investigar sobre esse admirável mundo novo. Saem dessa panela quente que é o materialismo. No campo emocional, quando você medica corretamente fica pasmo de ver como alguém pode sair de situações tão dramáticas de forma tão simples."



Depressão e infelicidade

"Existem dois tipos: deprimidos e o infeliz. Os infelizes perderam todos os trens que deveriam ter embarcado na vida, e fica muito complicado. Essas pessoas vão ter que fazer um trabalho de aceitação, porque sabem que não têm mais tempo para pegar trem algum. Já o deprimido é aquele que viveu uma situação muito triste e não conseguiu elaborar a questão.”



Sincronicidade e cura

"Quando a pessoa entra em um processo de cura, aparece a questão da sincronicidade, e percebemos que estamos todos conectados. Em equilíbrio, o tempo rende mais, as situações em que a pessoa perderia a cabeça já não ocorrem mais. O desgaste é brutalmente menor. Ela chega aos lugares na hora certa, encontra com as pessoas certas. Costumo dizer aos pacientes que, se acontecer alguma situação difícil capaz de promover um grande escoamento de energia, como um acidente ou uma perda amorosa, e que elas sintam que, a partir dali, as coisas começam a não dar certo, é porque algum centro dinâmico se desorganizou e precisa ser reorientado."



Envelhecimento tranqüilo

“Há 10 anos, as pessoas eram mais tranqüilas em relação ao próprio envelhecimento, porque tinham cultivado algo mais profundo, mais significativo. Não ficavam só nesse negócio do corpo. Vejo a vida como um grande caminho de Santiago: você passa por tudo, desde situações de deslumbramento até de um imenso vazio. Estamos todos seguindo para nossa catedral interior, a nossa Compostela. A questão é: a certeza da chegada, a coragem de ser você mesmo, o cuidado com os desvios, estar atento aos sinais, e fazer escolhas que levem na direção de quem você é. Uma catedral de luz.”

artigo extraído do site :  www.homeopatiafao.com.br , publicações

 


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